A Sarau Agência de Cultura Brasileira foi fundada pela
jornalista Andréa Alves e a arte-educadora Ana Luisa Lima em 1992, como uma
produtora essencialmente comprometida com a memória e a difusão da cultura
brasileira. Nos quatorze anos de existência, já representou grandes
instrumentistas (do erudito ao popular) como o Quinteto Villa-Lobos, O Trio –
Maurício Carrilho, Paulo Sérgio Santos e Pedro Amorim,
Água de Moringa, Maria Teresa Madeira, Guinga,
Boca Livre, Sivuca, entre outros craques; realizou mais
de 50 projetos culturais, contabilizados em mais de 400 apresentações
(shows/teatro), 07 CD’s (com 02 troféus e 03 indicações ao
Prêmio Sharp). Uma contribuição incalculável para o cenário cultural nacional.
Seguem abaixo os destaques:
Na área de música, constam no seu currículo projetos com
grandes nomes e gêneros da cultura nacional, como Chorando no CCBB (1995),
Chiquinha Gonzaga (1995), Ernesto Nazareth (1996), Pixinguinha (1997), Hermeto
Paschoal (1998), Adoniran Barbosa e Carmem Miranda (1999); a série Cantorias -
Nordestinas (1999) e Amazônicas (2000), Elizete Cardoso (2000). Programou a
reabertura do histórico Teatro de Arena, em 1998, palco do Grupo Opinião, com
os projetos Revendo o Opinião, Terças Instrumentais e Shows (de MPB). Produziu
Aquarela PoliBrasil, com Dona Ivone
Lara, Nelson Sargento, Monarco, Walter Alfaiate e outros bambas do
samba. E em 2001, numa parceria com o Grupo Tá na Rua e a Fundação RIOARTE, o
projeto Praças levou inúmeras atrações a Praça Tiradentes entre agosto e
dezembro.
A partir do ano de 2004, realiza a Escola Portátil de
Música, projeto de formação musical com base no choro – gênero 100% brasileiro,
uma parceria com o Instituto Casa do Choro que atendeu a mais de 1.000 alunos
em seu primeiro ano de atividades.
Na área teatral, iniciou suas atividades com o projeto
de Revistas Musicais, com Forrobodó, agraciado com o Prêmio Mambembe como um
dos 5 melhores espetáculos do ano de 1995. Em 2001, com Engraçadinha, seus
amores e pecados (direção de André Paes Leme), teve o espetáculo indicado para
a categoria especial do Prêmio Shell de Teatro.
Em 2002, o musical Elis – Estrela do Brasil alcançou a
marca de 105 apresentações, com um público de mais de 25 mil pessoas e US$ 4
milhões em retorno de mídia espontânea. No mesmo ano, a Sarau realizou a
produção da turnê que comemorou os 20 anos do Grupo Galpão. Em 2003, com o
mesmo grupo, produziu a temporada no Teatro Villa-Lobos, da peça O Inspetor
Geral, com direção de Paulo José e realizou o espetáculo musical A Arca de Noé
– Vinícius para Crianças, o primeiro musical infantil de seu currículo, com
temporadas de sucesso nos teatros Villa-Lobos e Carlos Gomes/RJ.
Em 2005 fez a produção da 2ª passagem da peça Os Sete
Afluentes do Rio Ota pelo Rio de Janeiro, com direção de Monique Gardenberg;
além de ter sido convidada para coordenar a produção do Festival Rio de
Inverno. Já em 2006, realizou o espetáculo Antonio e Cleópatra (Shakespeare),
texto inédito no Brasil, em co-produção com a atriz Maria Padilha, com direção
de Paulo José e tradução de Geral- do Carneiro. Recentemente fez a produção
local do espetáculo “Um Homem é um Homem”, do Grupo Galpão, com direção de
Paulo José.
A Sarau está desenvolvendo o Biênio Grande Othelo
que deu seu pontapé inicial com o musical Grande Othelo
– Eta Moleque Bamba! (direção de André Paes Leme), que
estreou no teatro SESI/RJ, em 2004, e já circulou por Minas Gerais (BH,
Ipatinga e Uberlândia) e Brasília. Também faz parte do projeto a organização e
digitalização do acervo do artista, uma biografia (por Sérgio Cabral), estas
duas ações em curso, além de um documentário (dirigido por Evaldo Mocarzel)
e uma vídeo - exposição.
Abrindo o ano de 2007, a empresa, que completa 15 anos
dedicados à cultura, estreou no teatro Sesc
Ginástico – RJ o espetáculo teatral da obra de Guimarães Rosa, “A Hora e Vez de
Augusto Matraga”, direção de André Paes Leme, com
Vladimir Brichta e grande elenco. Atualmente está
realizando o projeto “Ariano Suassuna – 80 anos”, em
homenagem a este grande ícone da cultura brasileira. O projeto embarca as
seguintes ações: Semana Armorial Ariano Suassuna;
exposição “A Terra, o Altar, o Sonho”, memória (acervo e site) – estas ações em
curso; além do espetáculo teatral “Farsa da Boa Preguiça”, em fase de captação.
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